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Como fazer seu beber ter uma boa noite de sono?

agosto 15, 2012 Add Comment

Embora cada bebê reage de maneira diferente, estabelecendo uma rotina noturna desde o início ajuda a garantir que seu bebê se desenvolve um padrão de sono bom. 

Algumas partes de uma rotina de dormir são bastante comuns entre a maioria dos bebês. Outras peças podem variar dependendo do temperamento do seu bebê e preferências.Tal como acontece com a maioria dos métodos em relação bebês, uma rotina de dormir requer tentativa e erro.


Ventando

  • Deixar seu bebê sabe que é hora de ir dormir pode ser uma ferramenta importante na criação de uma rotina de dormir. Mesmo que os bebês jovens não são muito ativos, você quer que seu bebê aprenda que dormir é tempo de silêncio. Para incentivar esta transição, afago com seu bebê por um tempo antes que seja hora de começar a rotina de dormir. Mantenha os estímulos luzes baixas e outras, tais como a televisão ou rádio, para um mínimo.

Limpeza de rotina

  • Colocar o bebê para a cama limpa ajuda a estimular o sono. Um banho noturno pode ter um efeito calmante sobre o seu bebé, especialmente se você usar uma lavagem bebê formulado para dormir, talvez uma infusão de lavanda. No entanto, se seu bebê já tem a pele seca, um banho a cada noite pode não ser a melhor opção. Se você não pode dar a seu bebê um banho todas as noites, oferece uma massagem com loção de bebê em seu lugar. Algumas loções do bebê também vêm em uma fórmula de deitar para realçar o efeito calmante. Você também deve ter seu bebê o hábito de escovar os dentes, mesmo que ela não tem dentes ainda. Depois, trocar a fralda e colocá-la em seus pijamas.

Momentos especiais Bedtime

  • Depois que seu bebê está fisicamente pronto para a cama, você pode implementar pelo menos um momento de dormir especial que você use todas as noites. O método escolhido sinais para o seu bebê que é hora de ir dormir. Alguns pais escolhem para ler uma história para seu bebê antes de dormir direito. Outros preferem cantar uma canção em seu lugar. Outro passo populares rotina de dormir está alimentando uma última garrafa antes de dormir. Um bebê tem um estômago pequeno e tomar uma garrafa de direito antes de dormir ajuda a sentir-se conteúdo e mantém adormecido por mais tempo. Usando um celular, brinquedo berço light-up ou CD de música suave pode ajudar seu bebê a aprender quando é hora de dormir.

Falling Asleep

  • Quando um bebê é um recém-nascido, ela tem mais chances de cair no sono enquanto você estiver segurando ela ou alimentá-la. Como ela fica mais velha, ela pode adquirir o hábito de precisar de uma garrafa ou para ser embalado para adormecer. No entanto, você não tem que manter isso como uma parte da sua rotina de dormir. Em vez disso, balançar o seu bebé ou alimentá-la até que ela está sonolento, mas ainda não dormindo. Uma vez que ela mostra sinais de sonolência, deitou em seu berço, diga-lhe boa noite e sair da sala. Eventualmente, ela vai descobrir que você espera para dormir quando você colocá-la em seu berço.
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INVEJA: SINAL DE ALERTA PARA A AUTOESTIMA

agosto 02, 2012 Add Comment

Aprenda a reconhecer esse sentimento e usá-lo a seu favor
Geralmente, quando falamos em inveja, o primeiro impulso é condenar e julgar este sentimento como algo errado, feio, baixo. Quando invejamos os outros, sentimos vergonha ou ficamos assustados e nos reprimimos. Se percebemos a inveja dos outros, ficamos com medo ou raiva da outra pessoa. Porém, a inveja faz parte da natureza humana e, portanto, faz parte de absolutamente todos nós.

Quando negamos a inveja em nós mesmos ou condenamos o outro por senti-la, rejeitamos algo que está dentro de nós. E com isso, tudo o que fazemos é apenas diminuir nossa autoestima. É como se você olhasse no espelho e falasse: "você é feio, não devia existir". Portanto, o primeiro passo para lidar com a inveja é aceitá-la e tirar esse peso tão grande que damos a ela. O tabu, a condenação e o julgamento apenas tornam a energia da inveja mais forte, seja dentro ou fora de nós."O tabu, a condenação e o julgamento apenas tornam a energia da inveja mais forte, seja dentro ou fora de nós."
Ela não é agradável de sentir, mas como tudo na vida, também guarda seu lado positivo. A inveja sinaliza o quanto estamos precisando trabalhar nosso amor próprio e autoestima. Quanto mais sentimos, maior é o nosso vazio interno. O mesmo serve para quem é sempre o alvo da inveja dos outros. Parece contraditório, mas quem se sente afetado pela inveja alheia, na realidade carrega as mesmas energias desarmonizadas de insegurança e falta de autoestima de quem sente inveja, apesar do sentimento se manifestar de maneiras diferentes em cada situação. Quando a pessoa está segura ou plena em si mesma, a inveja alheia não incomoda ou, como se diz na linguagem popular, "não pega".

SINAL DE ALERTA PARA A AUTOESTIMA

Quando o combustível do carro está acabando, uma luz pisca no painel, avisando que a situação está ficando crítica. Sentir inveja ou nos sentirmos prejudicados pela inveja dos outros é como a luz do carro avisando que estamos diante de alguma situação que nos faz confrontar nossa insegurança e falta de amor próprio. Se ficarmos atentos, podemos começar a notar que situações são essas que nos trazem inveja, pois elas sinalizam onde estão os pontos fracos de nossa autoestima.
Se ficamos com inveja da pessoa que está sempre namorando, pois estamos sempre sós, deve haver algum padrão ou crença negativa relacionada aos relacionamentos que precisa ser trabalhada. Pode ser, por exemplo, a crença de que só é completo quem tem um par afetivo. Se não conseguimos ficar felizes com a promoção no trabalho de uma pessoa querida, bem provavelmente estamos infelizes em nosso próprio trabalho e/ou não acreditamos em nosso potencial. Se todos nos invejam no trabalho e procuram nos prejudicar e nos sabotar, isto pode estar sinalizando uma necessidade nossa muito grande de demostrar serviço para obter a validação e o reconhecimento alheio. Isso, na realidade, é insegurança e falta de amor próprio disfarçadas. Se o seu par é cobiçado pelas outras pessoas e isso lhe incomoda, isso mostra o quanto você não se sente a altura da pessoa parceira, pois de outra maneira isso não lhe afetaria.

USE O SENTIMENTO A SEU FAVOR

Reconhecer isso pode ser bastante desagradável e até doloroso. De início pode vir uma intensa recusa em querer reconhecer a inveja e os motivos dela dentro de cada um de nós. Porém, a única maneira de realmente neutralizá-la é aprender a utilizar o sentimento em nosso favor. Querendo ou não, a inveja continuará existindo dentro e fora de nós, porque é algo inerente à natureza humana. Nosso grande e nobre objetivo não é deixar de sentir inveja, mas aprender a direcioná-la de forma positiva."Nosso grande e nobre objetivo não é deixar de sentir inveja, mas aprender a direcioná-la de forma positiva."
Podemos nos entregar a ela, ao sentimento ruim e desagradável, ou condenar, negar e abafar a inveja. Mas podemos também perceber que a inveja é um pedido de socorro de nós para nós mesmos, um pedido por amor. E é possível escolhermos escutar e atender esse pedido, cultivando nosso amor próprio.
Então, que tal ficar atento e, da próxima vez que tiver que lidar com a inveja dentro ou fora de si, em vez de julgar ou sentir raiva, fazer um gesto de amor por si mesmo? Traga sua atenção para dentro, cuide de si, ofereça algo bonito para si mesmo, seja uma flor, um presente ou mesmo um sorriso. Perceba a diferença desta atitude consigo mesmo. E depois, aprofunde seu trabalho de fortalecimento do amor próprio, cada vez mais. Transforme a inveja em um motor para sua autoestima!
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ABANDONO E FÉRIAS: REALIDADE ASSUSTADORA

julho 11, 2012 Add Comment

Abandono de animais cresce a cada ano
Todo ano é igual. As férias chegam e os protetores de animais já ficam em alerta. A gente já sabe: nesses meses o abandono de bichos de estimação é incrivelmente alto.
Isso acontece porque muita gente ainda enxerga o bicho como um objeto. Cães são dados "de presente" para os filhos, no Natal e no aniversário. Agora mesmo, em 2011, vimos pintinhos virando lembrancinha de fim de ano de uma agência de publicidade para seus clientes. Quem não se lembra dos ferrets, ou furões, febre há alguns anos aqui no Brasil? Alguém sabe o que houve com eles?
A mesma sorte acomete as raças da moda, no caso dos cachorros. Nunca tivemos tantos Dálmatas como animais de estimação como na época do filme "Os 101 Dálmatas". Os West Highland White Terriers também foram muito presenteados no ano em que a raça virou mascote de um novo portal de internet. Atualmente, parece que estamos vivendo anos de desejo por Golden Retrievers e Pugs.
Neste mês fizemos um teste não muito divertido mas bem elucidativo. Estávamos com um Pug para adoção, e o anunciamos via internet junto com nossos outros cães resgatados, dois vira-latas - um deles aguarda adoção há quase um ano; o outro, com o mesmo tamanho e temperamento do Pug em questão. Em menos de uma hora, foram mais de 40 pedidos de adoção do Pug. Os vira-latas? Não, obrigado.

A FAMÍLIA VAI, O ANIMAL FICA

Enquanto "coisificarmos" os bichos desta forma, vendo raça e não enxergando a necessidade real de cada animal, a nossa realidade vai ser cada vez mais dramática. Principalmente na hora da viagem de férias: a família vai, o animal fica.
Mas não precisa ser assim. Existem opções de lugares ótimos onde a família pode deixar seu cão ou gato, como hoteizinhos especializados, onde o bicho vai ter todo o cuidado de que necessita enquanto espera seu tutor voltar de férias. Outra alternativa é deixar o animal com alguma pessoa de confiança, que esteja acostumada a cuidar de bichos e que more em uma casa segura para eles, sem acesso fácil à rua, por exemplo.

SAIBA ESCOLHER SEU BICHO DE ESTIMAÇÃO

A gente sabe, porém, que a solução ao abandono vem de uma questão mais profunda, que chamamos de "posse responsável". É saber que o bicho não é uma coisa, mas um bicho. E que como bicho dá trabalho sim, tem necessidades, quer brincar, precisa passear, fica doente, enfim, custa tempo e dinheiro. Bicho não é coisa, não é objeto, não é presente."Bicho não é coisa, não é objeto, não é presente."
Se a pessoa realmente quer ter um animal em casa, deve procurar não por raça, mas por temperamento. Existem animais mais ativos, mais calmos, mais brincalhões, que se dão melhor com crianças, que vão bem com outros bichos na casa, que se dão melhor como "filhos únicos". Essa é que deve ser a preocupação de um bom tutor, e não se o bicho é de raça ou não - ou se tem pedigree.
Se você ainda tiver dúvidas quanto a ter ou não um cão - ou gato, ou qualquer outro animal - em casa, converse com um protetor de animais. Um bom protetor vai poder indicar o bichinho mais adequado ao seu estilo de vida - e com o qual você poderá ter uma vida harmoniosa por muitos e muitos anos.
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IMPORTÂNCIA DE ARRISCAR NAS HORAS CERTAS

fevereiro 20, 2012 Add Comment


Ouse explorar o desconhecido e cresça na profissão em 2012


Quer você permaneça no mesmo trabalho no próximo ano, quer esteja em marcha para um novo (que as pessoas gostam de chamar de "um novo desafio") o que você precisa mesmo é respirar a palavra desafio com vivacidade.
Precisamos mudar coisas e precisamos manter coisas. Ninguém suporta ficar com a casa em obras, reformando o tempo todo. Uma hora buscamos a estabilidade, o conforto, o que é natural e positivo. O que não é positivo - e nem natural - é a estagnação. Gosto de usar o termo "zona de conforto produtiva". Por que o conforto seria um pecado, algo indesejado? Estar confortável, mais do que correto, é necessário. Um empreendedor, por exemplo, se sente extremamente confortável se estiver "a mil por hora", inventando novos caminhos, desenhando modelos, envolvendo pessoas e vendendo ideias. Um pouco no fio da navalha, correndo riscos... Será que vai dar certo? A quem preciso envolver? Como criar um contexto onde isso engrene?
É o desenvolvimento que rege o crescimento. Há pessoas que ficaram estagnadas, e não confortáveis. É muito incômodo, na verdade, estar estacionado, sem desenvolvimento. Há perfis psíquicos mais tranquilos, pessoas que são especialistas, pesquisadoras, técnicas, professoras, que se baseiam mais na estabilidade e no longo prazo, do que no frisson do empreendedorismo agitado e que tudo quer realizar com torque. Estas também podem estar em desenvolvimento ou estagnadas. Se você parou de se desenvolver, mexa-se."Se você parou de se desenvolver, mexa-se."
Vá ao seu líder, cliente, sócio, negocie. Mas primeiro, de-se-nhe. A habilidade de desenhar o contexto onde queremos estar inseridos é muito requerida para explorar o desconhecido, que pode levar ao seu crescimento e entusiasmo na profissão. Você precisa aprender coisas novas. Qual a última vez que você pagou para ter uma capacitação, curso ou treinamento?

MANTENHA O FOCO NAS SUAS DECISÕES

Ao desenhar áreas de atividade que você pode atuar, dentro do seu trabalho hoje mesmo, você exercita a capacidade de melhorar as coisas. As pessoas estão trocando de emprego (e de casamento) por qualquer coisa. Um conjunto de opções imenso se oferece em todo lado. Temos tudo à mão: videos, contatos, acessos gratuitos ou baratos a praticamente tudo. Como disse Ana Dávalos, CEO do Grupo Quantum Assessment, em sua brilhante palestra sobre Engajamento, o desafio é manter o foco nas suas decisões.
Não banque a vítima, nem reclame quando a situação não parecer estimulante ou aparentemente não houver espaço para sua exploração, inovação crescimento. Esta é uma decisão que, uma vez tomada por você, acredite, abrirá espaços naturalmente, antes mesmo de você precisar negociar.
Mas se você não fizer sua parte (inovar, caprichar, planejar, declarar intenções, se dedicar realmente com qualidade no momento presente, no seu papel se comunicar), vai culpar a empresa, o mercado, o governo ou a existência. E, assim, não assumirá a responsabilidade pelos seus resultados.

ABRACE O DESCONHECIDO

Ao mudar de emprego, seja ético. Fale a verdade, avise com tempo maior do que os 30 dias legais e obrigatórios, que pretende fazer um novo período em outro lugar. Pessoas íntegras não traem, enganam ou fingem. Elas falam a verdade e criam condições para um "phase out" decente. Você pode se surpreender positivamente com o apoio que as empresas dão para quem e íntegro. Às vezes precisamos mesmo ir para outro ambiente, empresa, núcleo ou até ramo de atividade e cidade/país. Para abraçar o desconhecido com a cabeça no lugar e com chance de realmente crescer, se desenvolver e experimentar a aprendizagem animadora que vem do novo, você precisa estar inteiro, poder dizer o que quer e querer o que disse."Para abraçar o desconhecido com a cabeça no lugar e com chance de realmente crescer, se desenvolver e experimentar a aprendizagem animadora que vem do novo, você precisa estar inteiro, poder dizer o que quer e querer o que disse."
As pessoas respeitam quem tem respeito por si mesmo, ao mesmo tempo que tem respeito pelos outros.
A ecologia para romper com o velho e se abrir ao novo é própria das pessoas felizes. Se para romper com o velho o profissional pula de galho em galho, deixa os outros desamparados ou se torna crítico com tudo no presente, na verdade, não há crescimento e nem respeito algum. Há fantasias de perfeição e falta de responsabilidade com a vida: com a sua vida, com a vida dos outros. Credo, corro desta gente.
Dito isso, há uma hora certa de arriscar e fazer algo novo. Quando decidi ir a Bali, levar empreendedores brasileiros para estudar global management fora do país, do outro lado do planeta, sabia que era uma inovação - e um risco. Não foram só flores, o projeto não deu lucro algum,mas era a hora de avançar para um tipo de experiência nova. Por que? Somos uma empresa de projetos, e hoje tudo é internacional. Temos acesso ao mundo e o mundo a nós. Daqui a 5 anos, quem não for fluente em inglês, para o mercado profissional certificado, será analfabeto. O conceito de lidar com pessoas de culturas, idioma, religião e estratégias inconscientes diferentes me pareceu necessário e nos fez crescer muito, no entendimento destas relações.

HORA DE ARRISCAR

O empreendedorismo e a liderança de grandes empreendedores é que tem feito nossa vida na terra melhorar. É a tecnologia e a integração entre povos que nos permitiu obter comida o suficiente. Estamos super integrados. Não podemos viver sem muitas coisas que vem de longe, como matéria-prima ou bem acabado de nosso consumo e vice versa. Então, com visão de consequência, era, sim, a hora de seguir com programas internacionais. Trouxemos estudantes emirados, com patrocínio de uma empresa de Dubai, e lecionamos "business plans" para eles junto com estudantes brasileiros. Trouxemos sócios do México e profissionais para treinamento. Levamos empreendedores brasileiros a Bali, Indonésia.
Quais perguntas você deve responder para saber se está "na hora certa"de arriscar?
  • De que desenvolvimento preciso para estar crescendo e ter perspectivas?
  • Quanto de investimento no amanhã e no hoje preciso equilibrar?
  • O que posso fazer aqui e agora, sem grandes inovações, para que possa estar em conforto produtivo?
Eduque primeiro o coração, depois o cérebro, escrevi parafraseando o Dalai Lama no meu último artigo, quando da visita do líder espiritual. Então, tome decisões baseadas no amor e na verdade. Estes dois sempre serão éticos. E se você está vivo, precisa se arriscar um pouquinho, nem que seja para ir aprender inglês tarde na vida. Tarde? Hoje. O que a gente faz aqui ecoa na eternidade. O que você melhorar hoje é bastante. Um pouquinho por dia, com visão de perspectivas melhores e oportunidades para você e para os outros. Eu não mudo de emprego há 22 anos. Mas me demito todo ano e me contrato no dia seguinte de novo. Melhorar é uma decisão interna antes de mais nada.
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Dalai Lama sugere métricas que considerem sentimentos dos funcionários


"Num nível fundamental, somos todos iguais". Assim o líder espiritual Dalai Lama iniciou sua apresentação no evento "Uma nova consciência nos negócios", realizado em São Paulo no último dia 15 de setembro.
Ele, que é monge advindo do Tibete, de lá foi exilado em 1969, ano da tomada chinesa do monte. Vive na Índia desde então e lidera, quando consegue o visto de imigração, apresentações tocantes em todo o planeta. Felizmente, o caso do visto foi positivo no Brasil, mas exigiu esforço e nove meses de canseira que envolveram Itamaraty e Brasília. Já a Argentina não liberou sua entrada, os impedimentos acontecem por questões com a China e a diplomacia entre países.
Me causa profunda estranheza a resistência a mudanças que o sistema impõe, o que me lembra OSHO, líder indiano que também foi vítima de retaliações diversas até sua morte. A mensagem, de um e de outro, remonta à autenticidade necessária para uma conduta de realizações e desenvolvimento sadio. Amor. Ética. Verdade. Em nossas empresas, com bem menos pompa, sofremos igual dificuldade para implementar sistemas mais agradáveis e produtivos para nossas vidas. Como Dalai Lama e os organizadores destes eventos, devemos persistir, até conseguir. Na sua apresentação da semana passada, muito me chamou a atenção a possibilidade de trabalharmos com novos indicadores gerenciais, nos quais a verdadeira motivação substitui a hipocrisia do "business" e cria um ambiente de boa aventurança e produtividade. Educar primeiro o coração, depois o cérebro."Na sua apresentação da semana passada, muito me chamou a atenção a possibilidade de trabalharmos com novos indicadores gerenciais, nos quais a verdadeira motivação substitui a hipocrisia do "business" e cria um ambiente de boa aventurança e produtividade. Educar primeiro o coração, depois o cérebro."
Antigamente, o mundo não tinha o senso de unicidade que alcançou hoje com a economia global, a necessidade de ecologia e o crescimento da população. Os interesses comuns regem nossas vidas de forma inexorável. Precisamos de recursos de outros países e até de outros continentes a todo o tempo. Não podemos mais tomar decisões isoladas sem pensar nas consequências. Com tantas inovações iniciadas no século XX, fazemos os prédios mais altos do mundo e temos os piores índices já registrados em corrupção, violência, conflitos e síndromes.
Se há a possibilidade de um conflito, ele, Dalai Lama, pede que eduque-se desde já para o diálogo e as conversações. Mas você não pode desarmar um mundo agressivo e armado até os dentes se não desarmar seu interior. O autoconhecimento é, portanto, o negócio do século. Sem autenticidade e uma pitada de honestidade e transparência, as armas interiores provocam conflitos, fofocas, políticas, roubos. São elas, segundo Dalai Lama, nominalmente:
  • Raiva
  • Ódio
  • Medo
  • Inveja
  • Ganância
Estas emoções acabam por representar as causas primeiras da violência entre povos, áreas da empresa, membros da mesma família, entre você e seu amor. É preciso lidar com as emoções negativas e transformar suas próprias necessidades internas, para haver o desarmamento externo. É importante curar o senso secreto de insignificância pessoal, ou de desamparo, que guardamos e, para consumir menos, acabar com nossa necessidade de apresentar provas externas de nosso valor. Sem esta manobra sutil, ficaríamos frustrados, alterando rotinas que nos servem até aqui, muito bem. Precisamos nos sentir bem em nossa própria pele, e a educação é a chave. Podemos educar para o bem, construtivo, ou para o mal, destrutivo. Depende de qual a motivação. E aí, vem a beleza: educar primeiro o coração, depois o cérebro. Cultivar o calor do coração alimenta os valores humanos que nos sustentam e nos permitem ser felizes. Se você fomenta estes valores internos primeiro, reduz o medo e permite a paz interior. Realizar com grande maestria e competência no mundo material, partindo daí, faz o que posso chamar de Empreendedorismo Quântico. Não devemos abandonar a ousadia material, apenas domiciliar nossas competências ao consultar o coração, a alegria e o entusiasmo interno sincero. O resultado é mágico e de riquezas em todas as direções. Na medida. Sem medidas.
Indicadores gerenciais alinhados a isso ao ativismo quântico da Nova Ciência, à qual pertenço com luta, dizem respeito a não separar o material do imaterial. Em outras palavras: os indicadores econômicos, de meta e performance são importantes e devem seguir bem-vindos. No entanto, não devem ser isolados dos indicadores imateriais, como os sentimentos perceptíveis nas atividades e a intenção de realizá-las. A paz interior e a felicidade que todos (religiosos ou não) desejam naturalmente dependem de cada sentimento colocado em cada ação. Uma empresa baseada em intenções sinceras de colocar um sorriso no rosto de cada cliente tem um propósito, e ter um propósito muda tudo."Uma empresa baseada em intenções sinceras de colocar um sorriso no rosto de cada cliente tem um propósito, e ter um propósito muda tudo."
Ok, ok, mas somos uma empresa, não queremos ir à falência com os melhores sentimentos do mundo. Fiz esta afirmação ao físico Quântico Amit Goswami e vi novamente o mesmo desafio com Dalai Lama. Feliz de informar, estou com eles. Já estamos indo à falência com um planeta corrupto, adoecido, deseducado, desmotivado, agressivo, afetado e surtado. A mudança, depois de iniciada, se torna um grande alívio e uma imensa motivação. "We have the means, but we don't have the meaning" (temos os meios, mas estamos sem sentido), já escrevi parafraseando Viktor Frankl, o grande médico sobrevivente de Auschwitz e criador da logoterapia. A falta de autenticidade permitida está nos sufocando a alma neste início de milênio. Queremos dançar e cantar internamente, ter perspectivas, visualizar um mundo melhor, acreditar que nós sim, do nosso jeito e com nossa existência, teremos um significado valioso ao nos valer com inteligência de recursos materiais jamais presentes antes. Afinal, somos feitos de consciência.
Alguns indicadores gerenciais são quânticos, ou seja, não são apenas materiais e "locais", mas baseados na consciência, aquela energia não local que, se não vemos a olho nu, sentimos e sabemos presente. Eles estão no ar e podem ser vistos nas empresas como:
  • Sinergia entre as pessoas e áreas
  • Energia vital dos produtos (ou você tem alguma dúvida que além de marketing aquela maçã mordida da Apple tem vitalidade humana plasmada?)
  • Brilho nos olhos
  • Alegria e humor
  • Solidariedade e amor
  • Confiança entre as pessoas
  • Valores éticos, baseados em amor, desejo alegre do bem maior da empresa
  • Capricho material, comunicação não violenta, organização, metodologias apoiando atividades em um ambiente no qual o contexto maior é compreendido.

COMO PODEMOS TORNAR ESTES ASPECTOS ELEVADOS DA VIDA EM INDICADORES GERENCIAIS?

Eu posso contar os dias de presença, as horas de trabalho, a quantidade de novas ideias, os projetos concluídos materialmente, os custos e os lucros. Mas como posso criar indicadores para estas coisas?
Este desafio marca meus últimos vinte e dois anos profissionais com a companhia, os clientes de varejo, o serviço, a ONU e o governo, a nossa indústria, as universidades, o Personare, com gente. O Método Quantum mede energia, motivadores e intenções. Mas são as pessoas que precisam de uma comunicação massiva na empresa, com os demais, para criar esta atmosfera de realização interior tanto quanto externa. Tanto quanto, perceba. Sem aquilo de valorizar demais o ser, e abandonar o fazer. São ambos importantes - e simultâneos. Dalai Lama diz que "uma estátua construída é a obra. A obra não é o mais importante. O mais importante é o que você constrói dentro de você". Pense nos projetos e trabalhos mais significativos da sua vida. O coração de calor cultivado está presente. Você se sentiu magnânimo, valorizado, unido e cooperando com um monte de pessoas, com uma intenção forte, quase sempre nobre, ajudando o amor. Sim, o amor!
As medidas convencionais são fundamentais, como satisfação e feedback de clientes, clima organizacional, numero de ligações e e-mails trocados, faturamento, gestão. Mas, por favor, livre-se do mecanicismo. Estes indicadores devem ser aliados a medidas de valor humano, como:
  • Quantas vezes esta semana você se sentiu entusiasmado com o trabalho?
  • Com quem você sabe, de coração, que pode contar na empresa?
  • Por que esta organização é motivo de alegria para o mundo?
As formas de medir isso estão no assessment, no diálogo e na sensibilidade humana de que somos dotados. Precisamos aprender a validar com novos paradigmas os sinais de prosperidade e sucesso que buscamos. Pessoas sorrindo não são uma mera coincidência."Precisamos aprender a validar com novos paradigmas os sinais de prosperidade e sucesso que buscamos. Pessoas sorrindo não são uma mera coincidência."
Para Dalai Lama, três são os elementos que nos permitem desenhar e utilizar novos indicadores gerenciais para a nova empresa do século XXI:
  • 1Experiência comum (de nós como humanos ao perceber, por exemplo, o ânimo das pessoas);
  • 2Bom senso (você sabe destas coisas. Sinceridade e comunicação delicada agradam e constroem);
  • 3Descobertas da ciência (como a Física Quântica, que sugere que cada intenção silenciosa faz uma intervenção real no ambiente). Para ser livre, perdoar é importante.
Somos responsáveis por educar para construir. Valores do coração na frente, amigos. Aqui no Personare, lá em casa, na escola, na empresa, e na sua cabeça.
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